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	<title>Webdocumentário</title>
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		<title>É Tudo Verdade 2012 traz debate sobre Doc 2.0</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 17:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para saber mais]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[É Tudo Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Bauer]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento acontece na Cinemateca Brasileira com entrada franca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival <a href="http://www.etudoverdade.com.br" target="_blank">É Tudo Verdade</a>, edição 2012, promove nesta segunda-feira (26/3), às 19h30, o debate Doc 2.0 &#8211; Novas mídias, Novos Mercados. O encontro faz parte do ciclo Debates É Tudo Verdade/BNDES: Cinema e Desenvolvimento.</p>
<p>Participam como debatedores o videoartista <a href="http://www.lucasbambozzi.net/" target="_blank">Lucas Bambozzi</a>, a mídiaartista e professora universitária <a href="http://www.desvirtual.com/" target="_blank">Giselle Beiguelman</a> e o jornalista <a href="http://www.crosscontent.com.br/marcelo-bauer/" target="_blank">Marcelo Bauer</a>, diretor da <a href="http://www.crosscontent.com.br" target="_blank">Cross Content</a> e criador do site Webdocumentario.com.br. A mediação será do jornalista Leonardo Cruz.</p>
<p>O debate acontece na <a href="http://www.cinemateca.gov.br/" target="_blank">Sala Cinemateca</a>. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados na bilheteria com uma hora de antecedência.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.etudoverdade.com.br/2012/imprensa/releases/E-TUDO-VERDADE-2012-ANUNCIA-PROGRAMACAO.pdf" target="_blank">Veja a programação completa do festival</a></li>
</ul>
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		<title>Histórias de uma Vida Nova</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 21:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdocs da Cross Content]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cross Content]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[temas sociais]]></category>
		<category><![CDATA[transmídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Série transmídia vai contar história dos brasileiros que fazem parte da nova classe média]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.webdocumentario.com.br/wp-content/uploads/2012/03/historiasdeumavidanova_webdoc1.jpg"></a></p>
<div id="attachment_1198" class="wp-caption alignnone" style="width: 697px"><a href="http://www.historiasdeumavidanova.com.br/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1198  " title="historiasdeumavidanova_webdoc" src="http://www.webdocumentario.com.br/wp-content/uploads/2012/03/historiasdeumavidanova_webdoc1.jpg" alt="" width="687" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Histórias de uma Vida Nova - Cross Content</p></div>
<p>Milhões de brasileiros deixaram a base da pirâmide econômica nos últimos anos. Em 1992, a classe média brasileira (classe C) representava 32% da população. Hoje, já é mais da metade. O crescimento veio acompanhado da diminuição da pobreza, com a queda das classes D e E de 62% para 39% da população entre 1992 e 2009.</p>
<p>A mudança trouxe à tona um novo brasileiro. Uma pessoa que consome mais, mas que também se preocupa mais com a educação. Um indivíduo que reconquistou o direto de sonhar, mas que ainda está inseguro diante do novo mundo que se abre para ele.</p>
<p><em>Histórias de uma Vida Nova </em>é uma série transmídia que vai colocar na tela os rostos desse novo Brasil. A cada episódio, acompanharemos a vida de um desses novos brasileiros de classe média – seus hábitos, seus gostos, sua rotina de trabalho e de lazer. Será uma visão pessoal e humana de um empreendimento econômico de toda uma nação. E, ao mesmo tempo, uma visão econômica do esforço individual de cada cidadão.</p>
<p>Paralelamente às histórias de vida, a série discutirá as bases sociais e econômicas que permitiram esse avanço, como a melhoria nos índices de educação, o aumento de oferta de emprego de carteira assinada, o crescimento do financiamento habitacional e o acesso às novas tecnologias.</p>
<p><strong>ESTRUTURA MULTIPLATAFORMA</strong></p>
<p>Para contar essa história, nossa série se valerá de duas plataformas. Na televisão, episódios de 3 a 5 minutos cada mostrarão os rostos da nova classe média e seus anseios.Na web, iremos mais fundo. Além dos perfis desses novos cidadãos, abriremos espaço para que o internauta entenda melhor as bases sociais e econômicas que permitiram essa mudança.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.historiasdeumavidanova.com.br/" target="_blank"></a> <a href="http://www.historiasdeumavidanova.com.br/" target="_blank">Veja o hot site do projeto.</a></li>
</ul>
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		<title>Cross Content no RioContentMarket 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:44:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para saber mais]]></category>
		<category><![CDATA[Cross Content]]></category>
		<category><![CDATA[RioContentMarket]]></category>
		<category><![CDATA[transmídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Produtora apresenta projeto multiplataforma na programação Lab Transmídia do evento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criado como um espaço para a divulgação da produção audiovisual independente no Brasil, o <a href="http://www.riocontentmarket.com.br" target="_blank">RioContentMarket</a> firma-se agora, também, como um polo difusor da cultura transmídia. Em sua segunda edição, que acontece de 28 de fevereiro a 2 de março no Rio de Janeiro, o evento abre espaço para projetos concebidos especialmente para abraçar diversas plataformas – tendência cada vez mais forte no universo audiovisual.</p>
<p>Entre mais de 100 produtoras latino-americanas inscritas, a Cross Content foi uma das 12 selecionadas para apresentar seu projeto multiplataforma no <a href="http://www.riocontentmarket.com.br/lab-transmidia" target="_blank">Lab Transmídia</a>, parte da programação oficial do RioContentMarket.  O Lab Transmídia tem o objetivo de gerar oportunidades de negócios para todos os projetos participantes, além de oferecer prêmios especiais distribuídos de acordo com a escolha dos experts e players envolvidos.</p>
<p>Na sua apresentação no evento, que acontece na quinta-feira (1/3), Marcelo Bauer exibirá um novo projeto transmídia da Cross Content (mais detalhes em breve). O projeto inclui uma série de programas para a TV associada a um webdocumentário.</p>
<p>A Cross Content é pioneira no Brasil na produção de webdocumentários. Tem três projetos já concluídos nesse segmento, sendo dois deles reconhecidos pelo Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (<em><a href="http://www.webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/category/webdocs-crosscontent/">clique aqui para saber mais</a></em>). Também é criadora do site webdocumentario.com.br, que traz resenhas de webdocs estrangeiros e coloca em discussão os rumos da cultura transmídia no Brasil.</p>
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		<title>15 projetos interativos que você deve conhecer</title>
		<link>http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/resenhas/15-webdocs-que-voce-deve-conhecer/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 18:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Canada]]></category>
		<category><![CDATA[doclab]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[IDFA]]></category>
		<category><![CDATA[National film board of Canada]]></category>

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		<description><![CDATA[Seleção do DocLab do IDFA traz uma mostra do melhor da produção mundial em 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1160" class="wp-caption alignnone" style="width: 697px"><img class="size-full wp-image-1160 " title="The Next Day - NFB, Canadá" src="http://www.webdocumentario.com.br/wp-content/uploads/2011/12/thenextday.jpg" alt="The Next Day - NFB, Canadá" width="687" height="430" /><p class="wp-caption-text">The Next Day - NFB, Canadá</p></div>
<p>A cada ano, o <a href="http://www.doclab.org/" target="_blank">DocLab</a>, que acontece em novembro paralelamente ao International Documentary Film Festival Amsterdam (IDFA), vem se firmando no mundo digital com o mesmo peso que o evento principal tem para o universo do cinema documental.</p>
<p>Iniciado timidamente em 2008, o DocLab cresceu em abrangência e representatividade e provavelmente é hoje a vitrine mais importante da produção transmídia de não ficção, assim como o IDFA é o grande referencial em cinema documentário.</p>
<p>O DocLab passou a ter um caráter competitivo em 2010, quando o vencedor foi <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/resenhas/as-torres-do-mundo-o-mundo-nas-torres/ " target="_blank"><em>Highrise: Out My Window</em></a>. Este ano, o projeto premiado foi <em>Insitu</em>, mas vale a pena conhecer os 15 trabalhos selecionados para a competição. Alguns não se encaixam na categoria de webdocumentários. São blogs ou sistemas interativos para visualização de dados, por exemplo. Mas todos têm uma contribuição de inovação a dar para o cenário da produção audiovisual transmídia.</p>
<p>Abaixo, pequenos comentários e links para todos eles.</p>
<p><em><a href="http://codebarre.tv/" target="_blank"><strong>Barcode.TV</strong></a></em> (Canadá) &#8211; Uma interface lúdica e participativa: digite o nome de um objeto doméstico ou escaneie seu código de barras para ter acesso a um pequeno documentário sobre ele. São 100 minifilmes, criados por 30 realizadores diferentes. Além do webdoc, há também um aplicativo para iPhone. E uma exposição itinerante percorre diversas cidades europeias.</p>
<p><a href="http://www.time.com/time/beyond911/" target="_blank"><em><strong>Beyond 9/11</strong></em></a> (EUA) – Produzido pela revista <em>Time </em>em conjunto com a HBO, é uma coleção de depoimentos de cidadãos a respeito de sua visão pessoal do atentado de 11 de setembro de 2001. Tocante, porém tradicional no formato e na abordagem.</p>
<p><em><strong><a href="http://www.conditionone.com/" target="_blank">Condition One</a></strong></em> (EUA) – Aplicativo para iPad que cria uma plataforma para publicação de documentários “imersivos”. Toque na tela para alterar a perspectiva da cena e acompanhar a ação com um ângulo de visão de 180 graus.</p>
<p><a href="http://testing.bee.moccu.com/en/flash/" target="_blank"><em><strong>Farewell Comrades</strong></em></a> (França) &#8211; Memória dos 20 anos do fim da União Soviética por meio de um vasto projeto transmídia, que inclui uma série de filmes para a TV e um webdocumentário com uma narrativa muito interessante. A navegação principal é feito por cartões-postais de época, cada um ligado a um dos participantes da trama. Cada personagem é apresentado em um vídeo próprio, mas é possível também se navegar por temas – como artes, mídia, resistência etc.</p>
<p><a href="http://www.sbs.com.au/goahippytribe/" target="_blank"><em><strong>Goa Hippy Tribe</strong></em></a> (Austrália) – Uma coleção de vídeos publicados ao longo de 2010 no Facebook sobre a comunidade hippie de Goa, na Ásia, foi o ponto de partida para este webdoc. O projeto foi acrescido por galerias de fotos, textos e outros complementos. Use seu login do Facebook para guardar informações sobre os trechos já vistos e para “destravar” os conteúdos extras (qualquer semelhança com o método usado em <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/resenhas/prison-valley-um-road-movie-interativo/" target="_blank"><em>Prison Valley</em></a> será mera coincidência?).</p>
<p><strong><em><a href="http://highrise.nfb.ca/" target="_blank">Highrise: One Millionth Tower</a> </em></strong>(Canadá) – Segundo documentário interativo da série já premiada pelo IDFA em 2011. Mais detalhes <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/resenhas/novos-parametros-em-tecnologia/">nesta resenha</a>.</p>
<p><a href="http://insitu.arte.tv/" target="_blank"><em><strong>Insitu </strong></em></a>(França) &#8211; Projeto transmídia incluindo um documentário de cinema de 90 minutos, um webdoc e um aplicativo para iPhone a respeito de intervenções artísticas no espaço urbano europeu. Pode ser visto on-line de maneira linear ou em trechos. Os internautas também podem mandar conteúdos (vídeos e fotos), acessíveis a partir de um mapa.</p>
<p><em><a href="http://www.poweringanation.org/" target="_blank"><strong>Powering a Nation: Coal &#8211; A Love Story</strong></a> </em>(EUA) – Projeto integrante do News21, programa da Knight Foundation que tem por objetivo incentivar o jornalismo investigativo interativo nas escolas de comunicação americanas. Vídeos, textos e gráficos contam a importância do carvão mineral, principal fonte de energia nos Estados Unidos, e as consequências de seu uso. A barra de rolagem vertical leva o internauta de um vídeo a outro. A interface é agradável, embora mantenha uma navegação praticamente linear (exceto pelos conteúdos do tipo “leia mais”).</p>
<p><em><strong><a href="http://soldierbrother.nfb.ca/#/soldierbrother" target="_blank">Soldier Brother</a> </strong></em>(Canadá) – Uma voz em over e uma série de mensagens de texto compõem a narrativa central deste webdoc diferente. Relata a história das conversas em SMS e no Facebook entre um soldado canadense em guerra e sua irmã, Kaitlin Jones (a voz em over no documentário).</p>
<p><em><strong><a href="http://theburninghouse.com/" target="_blank">The Burning House</a> </strong></em>(EUA) – Se sua casa estivesse pegando fogo, o que você salvaria? Esta é a pergunta feita aos internautas, que enviam respostas por escrito e fotos de seus pertences. Ver e comparar as escolhas de cada um é interessante. Mas o resultado está mais para um blog participativo do que para um webdoc. Ou não?</p>
<p><a href="http://thenextday.nfb.ca/" target="_blank"><em><strong>The Next Day</strong></em></a> (Canadá) – Documentário em formato de animação. Com desenho simples e monocromático, conta de maneira sensível a história de quatro personagens que sobreviveram a tentativas de suicídio. A navegação se dá por palavras que demonstram emoções e sentimentos, como “raiva”, “ameaça” etc. Projeto multimídia, inclui também um livro de desenho em quadrinhos, com a mesma linguagem visual do webdoc.</p>
<p><a href="http://theprism.tv/" target="_blank"><em><strong>The Prism: Krisis Greece 2011</strong></em></a> (Grécia) &#8211; Coleção de 27 curtas metragens de 14 fotojornalistas gregos retratando a crise econômica do país. Compilados, viraram também um longa para cinema. E uma exposição fotográfica em Atenas.</p>
<p><a href="http://sexperienceuk.channel4.com/the-sexperience-1000" target="_blank"><em><strong>The Sexperience 1000 </strong></em></a>(Inglaterra) &#8211; Um grande infográfico animado sobre as preferências e os hábitos sexuais dos britânicos. São 20 questões sobre temas diversos, desde a idade da primeira relação até as escolhas de locais heterodoxas para o relacionamento amoroso – como um trem ou o escritório. Várias possibilidades de filtros, como gênero, idade, local de residência e nível educacional, tornam as opções de visualização quase infinitas.</p>
<p><a href="http://s1.lemde.fr/webdocs_contenu/fichiers/la_zone_va/index.html " target="_blank"><em><strong>The Zone </strong></em></a>(França) – Uma visita à área de exclusão ao redor da usina atômica de Chernobil, na Ucrânia, local do acidente nuclear de 1986. Inclui vídeos e fotos, divididos em oito capítulos temáticos.</p>
<p><a href="http://www.viapanam.org/viapanam/" target="_blank"><em><strong>Via PanAm</strong></em></a> (Holanda) – Projeto multimídia que inclui livro, spots de rádio, um web site e um aplicativo para iPad. O repórter fotográfico Kadir van Lohuizen trata da questão da imigração no continente americano, cobrindo desde o Chile até o Alasca em uma viagem iniciada em março de 2011 e que deve ser concluída em fevereiro, 28 mil quilômetros depois.</p>
<p><em>Observação importante: dos 15 projetos, 4 são produzidos pela <a href="http://interactive.nfb.ca/" target="_blank">National Film Board</a> (NFB) do Canadá, reforçando a força da instituição no cenário dos filmes interativos. O NFB havia sido o vencedor no ano passado, com Highrise. Com isso, o Canadá foi também o país que colocou o maior número de projetos da lista (4), ao lado dos EUA, ambos seguidos pela França, com 3. </em></p>
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		<title>Produção de webdocs nacionais começa a tomar fôlego</title>
		<link>http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/resenhas/producao-de-webdocs-nacionais-comeca-a-tomar-folego/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 13:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Korsakow]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora tenhamos muito o que caminhar, não deixa de ser animador ver a proliferação de bons exemplos de projetos brasileiros]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1151" class="wp-caption alignnone" style="width: 697px"><img class="size-full wp-image-1151 " title="O Artista e a Praça - Giovanni Francischelli" src="http://www.webdocumentario.com.br/wp-content/uploads/2011/11/oartistaeapraca.jpg" alt="" width="687" height="430" /><p class="wp-caption-text">O Artista e a Praça - Giovanni Francischelli</p></div>
<p>Aos poucos, bem aos poucos, começa a ganhar força um grupo de pessoas preocupadas em discutir e produzir webdocumentários no Brasil.</p>
<p>Quando <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/para-saber-mais/mouse-e-pipoca-por-que-nao/">criamos este blog, há quase dois anos</a>, a produção nacional era <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/para-saber-mais/webdocumentarios-no-brasil/">praticamente inexistente</a>, pelo menos quando se pensa em projetos mais complexos, interartivos e/ou participativos.</p>
<p>Nesses dois anos, no entanto, algumas coisas melhoraram. Da nossa parte, nós, da Cross Content, produzimos três webdocs: <a href="http://www.webdocumentario.com.br/haiti" target="_blank">Filhos do Tremor &#8211; Crianças e seus Direitos em um Haiti Devastado</a>, em 2010, <a href="http://www.riodejaneiroautorretrato.com.br" target="_blank">Rio de Janeiro &#8211; Autorretrato</a> e <a href="http://economia.ig.com.br/empresas/industria/webdocumentario-veja-a-presenca-do-petroleo-no-trabalho-em-casa-e-no-lazer/n1597357428390.html" target="_blank">Petróleo, Combustível da Vida Moderna</a>, ambos em 2011.</p>
<p>Ao mesmo tempo, este ano começaram a surgir novos trabalhos vindos de diversas áreas &#8211; desde iniciativas em movimentos populares a projetos ligados a oficinas de produção. Correndo o risco de ser injusto com os não citados, gostaria de destacar três desses projetos.</p>
<p><a href="http://www.ipiranga895.outraspalavras.net/" target="_blank"><strong>Ipiranga, 895</strong></a> &#8211; Trabalho que retrata o movimento por moradia no centro de São Paulo. Tem uma abordagem que privilegia o uso de textos mais longos e deixa o vídeo um pouco em segundo plano na narrativa.</p>
<p><strong><a href="http://www.oartistaeapraca.com.br/" target="_blank">O Artista e a Praça</a> </strong>- Fruto de uma oficina de webdocumentário realizada em Campinas (SP), este trabalho se organiza a partir do software Korsakow. O Korsakow é um programa aberto para criação de filmes não lineares. Sua estrutura é baseada na construção de bancos de dados de pequenos trechos de vídeos, indexados por palavras-chave, permitindo a navegação cruzada. O resultado final é um interessante quebra-cabeça no qual um trecho de vídeo que assistimos nos conecta a inúmeros outros, dando a sensação de navegação &#8220;sem fim&#8221; (<a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/para-saber-mais/campinas-tera-webdoc-nao-linear-sobre-feira-hippie/"><em>leia mais sobre este projeto</em></a>).</p>
<p><a href="http://vivafavela.com.br/tudojunto" target="_blank"><strong>Periferas Musicais</strong></a> &#8211; Iniciativa do projeto Viva Favela, consiste em uma série de pequenos documentários em vídeo sobre a cena musical nas periferias do Rio de Janeiro, também acompanhados de galerias de imagens. Neste caso, os vídeos foram publicados no próprio site do Viva Favela e, por falta de verbas, não houve propriamente a montagem de uma programação e um layout que integrasse os conteúdos em um conjunto único. Mas a intenção de documentação multimídia está por trás de todo o projeto.</p>
<p>Embora tenhamos muito o que caminhar, não deixa de ser animador ver a proliferação de bons exemplos de projetos brasileiros.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Petróleo, Combustível da Vida Moderna</title>
		<link>http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/webdocs-crosscontent/petroleo-combustivel-da-vida-moderna/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 15:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdocs da Cross Content]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cross Content]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro webdocumentário publicado por um portal no Brasil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em></p>
<p><em></p>
<div id="attachment_1143" class="wp-caption alignnone" style="width: 697px"><a href="http://economia.ig.com.br/empresas/industria/webdocumentario-veja-a-presenca-do-petroleo-no-trabalho-em-casa-e-no-lazer/n1597357428390.html" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1143 " title="Petróleo, Combustível da Vida Moderna" src="http://www.webdocumentario.com.br/wp-content/uploads/2011/11/petroleo.jpg" alt="Petróleo, Combustível da Vida Moderna" width="687" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Petróleo, Combustível da Vida Moderna - Cross Content/iG</p></div>
<p></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><a href="http://economia.ig.com.br/empresas/industria/webdocumentario-veja-a-presenca-do-petroleo-no-trabalho-em-casa-e-no-lazer/n1597357428390.html" target="_blank"><em>Petróleo, Combustível da Vida Moderna</em> </a>é um webdocumentário produzido pela Cross Content para o portal iG. Trata-se do primeiro webdocumentário publicado por um portal no Brasil.</p>
<p>Dividido em três capítulos, e em estilo reportagem, o webdoc conta como o petróleo está presente na vida de cada um, muitas vezes de forma imperceptível. A narrativa é construída a partir das opiniões de pessoas comuns, entremeadas por informações fornecidas por especialistas em diversas áreas.</p>
<p>Além dos vídeos, o webdocumentário traz também testes, infográficos e tabelas.<strong> </strong></p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p><strong>Realização: </strong>iG<br />
<strong>Produção</strong>: Cross Content<br />
<strong>Direção</strong>: Marcelo Bauer<br />
<strong>Edição: </strong>Giovanni Francischelli/DocTela e Emerson Tanaka/Na Laje Filmes<br />
<strong>Direção de fotografia: </strong>Fausto Noro e Otavio Pacheco/Na Laje Filmes<br />
<strong>Direção de arte e animações</strong>: Marcelo Cosme/RetroVertigo<br />
<strong>Programação e desenvolvimento</strong>: André Costa Menezes, Felipe Crepker e Lívia Perez de Paula/DocTela; Wenderson Pires/RetroVertigo<br />
<strong>Pesquisa e textos: </strong>Maurício Martins, Pâmela Nunes e Ricardo Amorim<br />
<strong>Produção executiva: </strong>Isabel Campos e Regina Campos/Na Laje Filmes<br />
<strong>Produção de estúdio e externas</strong>: Roberta Ribas/Na Laje Filmes<br />
<strong>Maquiagem: </strong>Marcio Merighi/Na Laje Filmes</p>
<ul>
<li><a href="http://economia.ig.com.br/empresas/industria/webdocumentario-veja-a-presenca-do-petroleo-no-trabalho-em-casa-e-no-lazer/n1597357428390.html" target="_blank">Clique aqui para ver <em>Petróleo, Combustível da Vida Moderna </em>na íntegra</a>.</li>
</ul>
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		<title>Novos parâmetros em tecnologia</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 21:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Canada]]></category>
		<category><![CDATA[HTML5]]></category>
		<category><![CDATA[NFB]]></category>

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		<description><![CDATA[One Millionth Tower traz muitos avanços de tecnologia – e alguns de narrativa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1135" class="wp-caption alignnone" style="width: 697px"><a href="http://highrise.nfb.ca/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1135" title="One Millionth Tower - NFB" src="http://www.webdocumentario.com.br/wp-content/uploads/2011/11/onemillionthtower.jpg" alt="One Millionth Tower - NFB" width="687" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">One Millionth Tower - NFB</p></div>
<p>Estreou no dia 5 de novembro <a href="http://highrise.nfb.ca/ " target="_blank"><em>One Millionth Tower</em></a>, webdocumentário bastante aguardado por aqueles que acompanham o desenvolvimento do gênero. Esta produção canadense era esperada, em primeiro lugar, porque se trata do segundo filme dentro do megaprojeto Highrise, que surgiu no ano passado com o premiado <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/resenhas/as-torres-do-mundo-o-mundo-nas-torres/"><em>Out My Window </em></a>e deve ter continuidade nos próximos anos. Mas era esperada, sobretudo, por conta dos avanços tecnológicos que carrega.</p>
<p>Em um cenário ainda dominado pelo Flash, <em>One Millionth Tower </em>é totalmente construído a partir de tecnologias de código aberto baseadas em HTML5.  O ambiente 3D da interface principal roda sobre um engine webGL (Mr. Doob&#8217;s three.js 3D javascript), enquanto a biblioteca javascript Popcorn.js, da Mozilla, foi usada para marcar a sequência de vídeos e realizar associações semânticas com conteúdos  disponíveis em outros sites da web.</p>
<p>Neste mundo híbrido de vídeo e informática, o desenvolvimento tecnológico deve ser olhado com atenção mesmo por aqueles que só pensam na arte cinematográfica e estão pouco interessados nos bits e bytes. Um novo software pode ter um poder transformador na arte do webdocumentário, assim como o avanço das câmeras de vídeo em alta definição fez progredir o cinema digital como um todo.</p>
<p>Na prática, <em>One Millionth Tower </em>consegue evoluir em uma série de quesitos. A integração on-line com outros sites, por exemplo, é extraordinária. Enquanto navegamos, podemos abrir uma pequena janela (sem abandonar a narrativa) para ver fotos expostas no Flickr, textos da Wikipedia ou atualizações em tempo real sobre o clima no local retratado pelo documentário.</p>
<p>Da mesma forma, conteúdos do Google Streetview sobre grandes edifícios de mais de 200 países são agregados ao webdocumentário. Do Brasil, pode-se conhecer um pouco sobre o Edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer, em São Paulo.</p>
<p>Com o Flash, esse tipo de integração com sites externos é bastante difícil, quando não impossível.</p>
<p>Mas, acima de tudo, as novas tecnologias abertas baseadas em HTML5 são bastante aguardadas pelo poder de unificar o desenvolvimento para as diversas plataformas, permitindo que um mesmo conteúdo seja visto em computadores de escritório, em tablets ou em telefones celulares.</p>
<p>Esta promessa ainda ficou por cumprir no caso deste webdocumentário. Quem quiser ver <em>One Millionth Tower </em>em um iPad, por exemplo, receberá uma versão bastante simplificada do projeto, basicamente composta por vídeos. A culpa, no entanto, é do navegador do próprio tablet, não atualizado para interpretar HTML5 adequadamente.</p>
<p>E quanto ao conteúdo? Bem, <em>One Millionth Tower </em>define-se como um projeto “hiperlocal” que promoveu e relata as discussões de arquitetos e moradores de um bairro de periferia de Toronto na tentativa de recuperar edifícios degradados. A interface 3D permite que o internauta navegue pelos espaços e, para cada um deles, veja os vídeos com as mudanças urbanísticas propostas. Quem preferir o caminho menos lúdico, pode acessar os mesmos conteúdos pelo menu.</p>
<p>Forte na interação do internauta com a interface, o webdoc deixou de lado a questão da participação do internauta, relegada a uns poucos e secundários espaços.</p>
<p>Somando tudo, pontos fortes e pontos fracos, <em>One Millionth Tower </em>é um marco. Trata-se de um verdadeiro menu de opções tecnológicas que com certeza outros realizadores saberão aproveitar em suas obras.</p>
<p><strong><em><a href="http://highrise.nfb.ca/ " target="_blank">One Millionth Tower</a><br />
</em>Produção: </strong>National  Film Board (Canadá)<br />
<strong>Direção: </strong>Katerina Cizek<br />
<strong>Distribuição: </strong>NFB<br />
Em inglês. Disponível também com legendas em francês.</p>
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		<title>Webdoc Rio de Janeiro &#8211; Autorretrato vence o Prêmio Vladimir Herzog</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 21:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para saber mais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro - Autorretrato]]></category>
		<category><![CDATA[temas sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrega dos troféus acontece no dia 24 no Tuca, em São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O webdocumentário <a href="http://www.riodejaneiroautorretrato.com.br" target="_blank"><em>Rio de Janeiro – Autorretrato</em></a>, dirigido por Marcelo Bauer, é o vencedor do 33º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, categoria internet. A lista de vencedores da premiação foi <a href="http://vladoherzog.blogspot.com/2011/10/vencedores-do-33o-premio-vladimir.html" target="_blank">divulgada hoje</a> (17) pelo Instituto Vladimir Herzog. A festa de entrega dos prêmios acontece no dia 24, às 19 horas, no Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Tuca), com entrada franca.</p>
<p>O webdocumentário é parte de um projeto multimídia que inclui também um filme curta metragem para cinema. Ambos retratam o trabalho de fotógrafos moradores do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O webdoc, contemplado com a Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para a Internet, entrou no ar em agosto. Já o curta metragem estreou em 6 de outubro, na mostra <a href="http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/para-saber-mais/curta-metragem-rio-de-janeiro-autorretrato-tem-estreia-no-mis/">Curta MIS</a>, do Museu da Imagem e do Som de São Paulo.</p>
<p>Este é o segundo ano que um webdocumentário de Bauer é reconhecido pelo mesmo prêmio. Em 2010, o webdocumentário <a href="http://www.webdocumentario.com.br/haiti" target="_blank"><em>Filhos do Tremor &#8211; Crianças e seus Direitos em um Haiti Devastado </em></a>foi contemplado com a menção honrosa na categoria Internet.</p>
<p><strong>33º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos</strong><br />
Teatro da Universidade Católica de São Paulo (Tuca)<br />
Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes, São Paulo<br />
Dia 24, às 19 horas. Entrada franca.</p>
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		<title>Curta metragem Rio de Janeiro &#8211; Autorretrato tem estreia no MIS</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 14:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para saber mais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro - Autorretrato]]></category>
		<category><![CDATA[temas sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Filme faz parte de projeto multimídia que inclui também um webdocumentário, lançado em agosto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O curta metragem <em>Rio de Janeiro &#8211; Autorretrato</em>, de Marcelo Bauer, será lançado nesta quinta-feira, às 20h, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo. A apresentação integra a mostra Curta MIS. <a href="http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&amp;op=programacao_interna&amp;id_event=809" target="_blank">Veja mais informações sobre o evento</a>.</p>
<p>O curta faz parte de um projeto multimídia que inclui também o <a href="http://www.riodejaneiroautorretrato.com.br" target="_blank">webdocumentário</a> de mesmo nome, lançado em agosto. As duas peças retratam o trabalho de um grupo de fotógrafos do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Embora os dois projetos compartilhem o mesmo tema e os mesmos personagens, as abordagens são totalmente diferentes e não há nenhuma cena repetida entre os dois produtos.</p>
<p>Em termos de formato, o webdocumentário privilegia a não linearidade e e participação do internauta. Na abordagem, dá ênfase à diversidade de temas dos fotógrafos e ao uso político e social da fotografia.</p>
<p>Já o curta metragem é um retrato da rotina dos três fotógrafos e de seu contato com os personagens retratados.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro – Autorretrato </strong><br />
Curta metragem de 15min10.<br />
Direção e produção: Marcelo Bauer.<br />
Direção de fotografia: Sérgio Moraes.<br />
Edição: Lucian Rosa.<br />
Som direto: Paulo Rogério Galdino Paes e Claudinho Reis.<br />
Pesquisa: Andréia Peres e Giovanni Francischelli.</p>
<p><strong>Curta MIS<br />
</strong>Museu da Imagem e do Som.<br />
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo. Telefone: (11) 5511-2117.<br />
Quinta-feira, 6 de outubro, 20 horas.<br />
Entrada franca.</p>
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		<title>Campinas terá webdoc não linear sobre feira hippie</title>
		<link>http://webdocumentario.com.br/webdocumentario/index.php/para-saber-mais/campinas-tera-webdoc-nao-linear-sobre-feira-hippie/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 18:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para saber mais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Korsakov]]></category>

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		<description><![CDATA[Site tem previsão de lançamento em outubro e faz parte de uma oficina realizada na cidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 27 de agosto, o produtor multimídia Giovanni Francischelli realiza em Campinas (SP) uma oficina de webdocumentário baseada no software Korsakow. A oficina aborda diversos conceitos teóricos do webdocumentário e das narrativas interativas na web. E terá como resultado prático a produção do site <em>O Artista e a Praça</em>, sobre a Feira de Artesanatos de Campinas.</p>
<p>O trabalho tem previsão de estreia para 10 de outubro, mas um trailer já pode ser visto em <a href="http://www.oartistaeapraca.com.br" target="_blank">www.oartistaeapraca.com.br</a>.</p>
<p>Criado em 2000, o <a href="http://korsakow.org/" target="_blank">Korsakow </a>é um software aberto para criação de filmes não lineares. Sua estrutura é baseada na construção de bancos de dados de pequenos trechos de vídeos, indexados por palavras-chave, permitindo a navegação cruzada. Os projetos desenvolvidos na plataforma são normalmente chamados de k-filmes – mas, em boa parte, contam com ingredientes semelhantes aos do que se convencionou chamar de webdocumentário.</p>
<p>A Feira de Artesanatos de Campinas é realizada todos os sábados há quase 40 anos. O filme abordará a mudança de perfil do encontro – antes uma tradicional “feira hippie” e hoje bastante tomada por produtos importados típicos do comércio popular.</p>
<p>A Oficina de Webdocumentário em Korsakow é realizada na Oficina Cultural Hilda Hilst em Campinas, parte do projeto de oficinas culturais do Estado de São Paulo. Giovanni Francischelli, formado pela Universidade Estadual de Campinas,  estagiou na Cross Content e participou do projeto do site Webdocumentário.com.br e do webdocumentário <a href="http://www.riodejaneiroautorretrato.com.br" target="_blank">Rio de Janeiro – Autorretrato</a>.</p>
]]></content:encoded>
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